quarta-feira, 22 de novembro de 2017

tempo...

Foto Júlia Tigeleiro






Nunca prestei grande atenção ao calendário, nunca comemorei datas.
Tenho para mim um relógio íntimo que marca outro compasso nisso que chamamos de tempo.


Mia Couto

5 comentários:

  1. Maravilhoso trabalho, Júlia, a transportar-nos à essência das coisas...
    Parabéns!

    Abraço :)

    ResponderEliminar
  2. Curiosamente foi o que senti quando olhei para esta composição, e como a máquina fotográfica é a minha fiel companheira, tive que registar. Obrigada pela visita. Um abraço, AC.

    ResponderEliminar
  3. Natureza morta?
    Até na mote há beleza...
    Mas, por detrás da aparência
    há um fervilhar de vida, com certeza

    Um surpreendente trabalho a recordar-nos das coisas na sua identidade própria. Parabéns.

    Bj.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá Agostinho. A morte, esse o processo pelo qual toda a natureza viva inevitavelmente tem que passar. Às vezes dou comigo a pensar nela, não em negação, mas sim aceitando esse transição natural que completa a própria vida."Do you really want to live forever? Não!Só se for "Forever young". Um abraço

      Eliminar
  4. "Forever young"
    um pouco. Mais.
    Quando num ápice se vê
    o desfolhar abrupto
    resta o cálice:
    pedir. Se não, fica
    (até Cristo pediu)
    suspenso do prego o espectro
    do ser, ao tempo a amarelecer.

    Bj.

    ResponderEliminar