segunda-feira, 3 de abril de 2017

pedaçinhos de memórias pendurados

Foto Júlia Tigeleiro


Morre-se de tanta coisa
Quanto a mim morro-me de ausência
morro-me com todo este céu a cair-me por entre os dedos;
pedacinhos de memórias pendurados
morro-me também...de melancolia
quando tu, sem eu saber porquê,
não te aproximas nem acenas
ah sim, também se morre de silêncio.


Victor Oliveira Mateus


1 comentário:

  1. Na morte algo sempre nasce, pois vivemos em ciclos de vida e morte, morte e vida! A vida não pára! Beijinho

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